Dica do Zé Carlos do Sovaco de Cobra. A atriz Maria Alice Vergueiro, conhecida pelo video "Tapa na Pantera", está divulgando um blog e músicas de Berltolt Brecht, Kurt Weill e Hans Eisler, com participação de músicos do nível do pianista português Mario Laginha.
Visitem o Lírio do Inferno, blog da atriz Maria Alice Vergueiro (incidentalmente conhecida na internet pelo vídeo "Tapa na Pantera"), que está sob minha direção:
http://liriodoinferno.wordpress.com/
A proposta deste blog é inusitada: distribuir na internet o disco recém gravado pela atriz com versões em português de músicas para teatro de Berltolt Brecht, Kurt Weill e Hans Eisler (ela é acompanhada pelo violonista Alessandro Penezzi e os pianistas Mario Laginha, Demian Pinto e Carlos Blauth) para download gratuito, Além disso, o blog servirá para divulgar textos, fotos e vídeos inéditos de sua carreira e do teatro brasileiro.
Espero que gostem do conteúdo e das músicas! Conto com a ajuda de vocês para divulgar entre seus amigos. Se você for blogueiro, por favor, convide seus leitores a dar uma passadinha lá. E se possível, coloque-o na sua lista de favoritos ou assine seu feed!
Aguardo vocês lá!
beijos e abraços,Zé Carlos
Dá para ouvir todo o disco em formato M3U no site. O "single" Balada do Lírio do Inferno tá em flash (odeo) na home e dá para baixar direto de graça. Não sei se dá para comprar em CD. Vou perguntar para o Zé Carlos assim q ele aparecer no sistema de mensagens instantâneas...
Atualização
Não precisava ter perguntado. A resposta tava no http://liriodoinferno.wordpress.com/about/. Fui preguiçoso... Mea Culpa.
De acordo com o Zé Carlos...
Por enquanto não há como comprar o CD.
Vamos colocar lá um arquivão zipado com todas as faixas e mais uma "arte" capa, contracapa etc. pra quem quiser queimar e montar o seu CD físico com capinha.
Para entender o porquê do disco ser distribuido todo de graça veja isto: http://liriodoinferno.wordpress.com/about/
A explicação é simples: Copyright
Este trabalho ainda não virou disco por conta das dificuldades comuns nesse meio: direitos autorais e grana pra pagar a tiragem. Cantei essas canções por mais de três décadas, textos de Brecht com música de Weill, Eisler (pra lá de 1930…), e versões dos meus amigos Luiz Roberto Galízia, Tatiana Belinky, a Catherine Hirsh, o Cacá Rosset. Inclusive, há algumas faixas extras, no qual canto com o pianista Mário Laginha, em gravações antigas, ainda inéditas, no final da década de 70 (ele tinha 18 anos…).
E só agora, no século XXI, tive a chance de entrar num estúdio e gravar o que eu queria, e do jeito que queria. Mas, e os direitos? Como ficam os direitos autorais? O Brecht deixou algum netinho por aí? Será que o telefone vai tocar, de repente, e alguém vai dizer: “O Dona Marialice, a senhora não pode cantar esse negócio aí não, inda mais sem pagar direito. Teje Presa!!!”. Mas como, já está tudo pronto? Será que eu posso gravar ao menos numa fitinha, um cedezinho pirata, e dar escondido prum amigo ouvir em casa? Ninguém vai saber, vai ser tudo às escuras, obtuso, obsceno, coisa de bastidor…ah, deixa, vai, por favor, por favor, por favor, senhor DEUS Dará..!!! É… mas e se de repente essa fitinha parar na internet, daí todo mundo vai poder ouvir em casa e copiar pra outros amigos, passar de mão em mão, de ouvido em ouvido, ou seja: um horror…essa orgia, essa promiscuidade, esse “ninguém é de ninguém” é um horror…

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