Inclusão Digital

ProJovem 2007 na cidade do Rio de Janeiro

Falai' manos, liga nois notícia no site da prefeitura do Rio de Janeiro. Tipo dando o caô que a inscrição pra bolsa do supletivo em 2007 vai até 31 de janeiro. Tipo esquema onde maluco ganha R$ 100 por mês pra estudar e completar o ensino fundamental, o primeiro grau de milianos. Olha a conversa:

ProJovem retoma atividades e continua com inscrições abertas
Publicada em: 10/01/2007 às 08:32

Os jovens moradores do município do Rio, com idades entre 18 e 24 anos, interessados em participar do programa podem fazer a inscrição até o próximo dia 31, de segunda a sexta-feira, inclusive nos finais de semana, das 6 horas à meia-noite, no telefone 0800 642-7777, com chamada gratuita. São 3.600 vagas disponíveis, que serão distribuídas pelas Estações da Juventude do Centro, Santo Cristo, Paciência, Cidade de Deus, Realengo e Guadalupe.

O projeto de lei que obriga a identificação dos usuários da internet

É o fim da picada... Leia este texto na Folha on-line.

Tá rolando na Comissão de Constituição e Justiça do Senado um projeto de lei que obriga a identificação dos usuários da internet antes de qualquer interação.

EIC - Escola de Informática e Cidadania patrocinada pela Belcar em Goiás

Liga notícias de milianos q saiu no jornal Folha de São Paulo, sobre corre de firma goiana lado a lado com o CDI, uscambau. Olha a conversa:

Inclusão digital rende prêmio a empresa de transporte
26/10/2004 - Luanda Nera, especial para a Folha de S.Paulo

Com um investimento de R$ 6.000, a empresa Belcar Caminhões e Máquinas, de Goiânia, colocou em prática um projeto de inclusão digital voltado para adolescentes em situação de risco. O programa Escolas de Informática e Cidadania começou em um dos galpões da empresa, em 1998, com a participação de funcionários e seus familiares. Hoje, atende cerca de 400 alunos em cinco unidades na periferia da cidade, em instituições que trabalham com a recuperação de jovens infratores e no Hospital de Doenças Tropicais, referência no tratamento de soropositivos.

Albergue Estação Vivência tem Programa de Inclusão Digital do Banco do Brasil

Liga nóis notícia ano passado no jornal o Estado de São Paulo (Estadão), caderno regional Leste, sobre computador e informática em albergue, tipo abrigo para sem teto, morador de rua, homeless, uscambau:

Albergue com internet e acesso à informática
4/11/2005

Programa de Inclusão Digital do Banco do Brasil beneficia os acolhidos na Estação Vivência, permitindo a retomada de carreiras e do aprendizado

Alexandre de Lia fala quatro línguas, já deu aulas em grandes escolas de idiomas e foi guia turístico. Aos 37 anos, poderia estar desfrutando de situação financeira confortável, mas problemas com o alcoolismo o fizeram parar nas ruas. Sem ter a quem recorrer, procurou o albergue Estação Vivência, no Pari, e agora espera retomar o tempo perdido.

Ele e outros atendidos no albergue serão beneficiados pela criação de uma sala de informática. A instituição será a 102ª atendida na Grande São Paulo a participar do Programa de Inclusão Digital do Banco do Brasil e, desde o dia 20 do mês passado, conta com oito computadores doados pelo banco. "Muitos têm a impressão de que o albergue é apenas um lugar para comer e dormir por uma noite, mas nem sempre é assim."

Hacker Teen - Profissionalização de jovens com computador

Liga a correria na levada da ética hacker pra educar a molecada. Mas nem roubar senha, invadir computador, espionar, uscambau. A fita é trampar com PC, economia da informação, pá e tal. Olha a conversa:

Hackerteen.com.br
Profissionalizando os jovens para o bem

O HackerTeen é uma formação profissional que canaliza a energia que os jovens gastam em Games, MSN, Orkut, etc, para que ele aprenda a administrar e proteger os servidores das empresas. Nestes servidores, estão os profissionais com os melhores salários. Nosso foco é emprego para o jovem ou ajudá-lo a montar o próprio negócio.

Mc Internet, Mc Donalds com acesso a internet no Brasil

Liga balanço e matéria no Jornal O Estado de São Paulo, com a rima da fita tipo inclusão digital da rede multinacional de restaurantes lanchonetes fast food. Olha a conversa:

McDonald's populariza o acesso à internet
23/11/2005

Rede já cadastrou 2,8 milhões de usuários em suas lanchonetes desde o início de seu projeto

A rede de lanchonetes McDonald's divulgou ontem ter registrado 2,8 milhões de clientes cadastrados no serviço McInternet. Com isso, se consolida como uma das maiores redes particulares de acesso à internet no Brasil, com um total de 12 milhões de acessos já realizados em 460 lanchonetes e 1.918 computadores. Segundo os dados da empresa, são cerca de 550 mil logins mensais e 140 mil novos cadastros a cada 30 dias. O projeto é mantido atualmente, além do McDonald's, pelos parceiros HP e Banco Itaú.

Criado em agosto de 2001, com um investimento inicial de US$ 20 milhões, o McInternet tem como principais objetivos reduzir o índice de exclusão digital no País e oferecer um serviço a mais aos consumidores. A rede, depois de pesadas críticas por estimular a obesidade, especialmente nos EUA, tem procurado apresentar cardápios diferenciados e apoiar ações de responsabilidade social, que represente ganho de imagem.

As lanchonetes que participam do McInternet foram projetadas para abrigar, em média, quatro computadores cada, nos quais é possível navegar por até 1 hora. Para acessar, o usuário tem de apresentar um tíquete de compra de qualquer produto naquele dia. Os parceiros Itaú e HP figuram na página de entrada, assim como a rede de lanchonetes.

Acesso a internet sem fio de graça (banda larga wifi) em Sud Menucci/SP

Tipo, matéria do ano passado sobre corre do prefeito de cidade pequena q montou provedor e teve o dom de liberar a conexão pra banca toda na faixa, pá e tal.

Salve no blog Alfarrábio sobre a coluna no jornal Folha de São Paulo:

Uma história brasileira de sucesso
30/1/2005 - Elio Gaspari
Fica no Brasil uma das poucas cidades do mundo onde os habitantes têm acesso gratuito, veloz e ilimitado à internet. Chama-se Sud Menucci (noroeste de SP), com 7.500 moradores e 2.000 casas, 107 das quais conectadas à rede. A operação custa R$ 3.200 mensais à prefeitura e é possível que antes de junho ela incorpore a tecnologia WiFi, que dispensa os cabos. Se isso acontecer, como acredita o prefeito Celso Junqueira, a cidade americana de Filadélfia perde a corrida para Sud Menucci. (Que nome é esse? A explicação está no final da nota.)
A história da proeza mostra, como diria Lula, que a vontade de fazer associada à vontade de trabalhar consegue o impensável.

Em 2002, Sud Menucci estava no lixo da internet. Seus habitantes precisavam buscar a conexão discada num número interurbano. O chefe do serviço de informática da prefeitura (Sérgio Soares, 35 anos) recebeu do prefeito (Nelson Gonçalves de Assis) a tarefa de buscar uma solução. Essa mesma conversa deve ter acontecido em centenas de municípios do Brasil e quase sempre acabou em nada. Sérgio foi à luta. Hoje, graças à torre de transmissão da prefeitura, toda a cidade tem acesso à banda larga. Os moradores precisam apenas de uma antena, cujo preço varia de R$ 300 a R$ 500. Daí em diante, nada.
Sud Menucci não é nenhuma Filadélfia. Depende da cana, e seu Orçamento anual é de R$ 11 milhões, dinheiro que não paga a reforma que a plutocracia nacional faz no Palácio da Alvorada (R$ 16 milhões). Tem duas escolas com 40 computadores e uma biblioteca com três.

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